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SHOW NO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

Concerto de estréia do grupo, realizado no dia 15.06.88, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo. A maioria dos vídeos foram realizados durante este show (tracks 1 a 4).

 

Track 1
BIFRISQUI


Para objetos de pequena e pequeníssima intensidade sonora, amplificados por microfones e processados eletronicamente, além de singelos efeitos visuais. Uma leitura microscópica do universo sonoro. Os intérpretes são Décio Gioielli, Regina Zaidan, Rivaldo Silveira e Sérgio Pinto. Esta foi a única execução da obra. Sua duração completa é de 5’. A documentação em vídeo é parcial - faltam alguns minutos.

Track 2
JAN S.


Baseado na trajetória heróica do rei polonês Jan III Sobieski (1629 - 1696). Conta-se que JS ganhou uma batalha (em 12 de Setembro de 1683) ao encurralar seus inimigos em um desfiladeiro e, com seu exército ao alto do penhasco, provocar uma avalanche de neve, através de gritos, soterrando o exército turco. Participam desta versão: Décio Gioielli (percussão), Regina Zaidan (flauta e saxofone), Rivaldo Silveira (apitos e campainhas), Sérgio Pinto (violão preparado, cavaquinho e guitarra portuguesa) e Wilson Sukorski (piano). Duração original: 9’25’’. Esta música manteve-se no repertório no ano seguinte e foi apresentada no Festival Música Nova 89 com apenas um quarteto que incluía piano, percussão, violão e guitarra

Track 3
BIFRÚ


Música para instrumentos eletrônicos, eletrodomésticos, sucata e performance teatral. Ao sabor das frutas, com o apoio cultural Walita. Esta versão conta com a participação de Décio Gioielli (sucata), Eiko Akiyama e Wilson Sukorski (eletrônica), Regina Zaidan e Sérgio Pinto (eletrodomésticos e performance). Duração: 12’. O objeto que Décio percute durante a peça é um pedaço de uma banca de jornal que o grupo “sampleou”, em uma madrugada, na calçada da Av.Paulista. Há uma versão exclusivamente musical, com os mesmo intérpretes, gravada em uma fita demo, que pode ser ouvida neste disco.

Track 4
ESTUDO 6


Um comentário sobre o gesto musical e sua abrangência, para instrumentos eletrônicos, acústicos, voz, dança e sensores fotoelétricos. Os intérpretes são: Décio Gioielli (percussão), Eiko Akiyama (eletrônica), Kátia Correa (soprano), Rivaldo Silveira (fitas magnéticas e toca-discos), Silvana Costa (dança) e Wilson Sukorski (eletrônica). Silvana dança entre um par de células fotoelétricas disparando um antigo sintetizador analógico (AKS), que pode ser observado no set de WS. Obra mais longa do grupo, com 29’ de duração, incompleta nesta cópia. Possui várias sessões e as duas últimas – D e E, sem a dança – transformaram-se em uma única obra autônoma, sem a voz e com a inclusão de uma guitarra. Há um registro dessa versão gravada em fita demo. Sua estrutura básica é a origem da peça Ethnics, apresentada no Festival Música Nova 88.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROGRAMA METRÓPOLIS (TV Cultura SP)

Para a divulgação do Festival Música Nova 89, que abriria no dia seguinte, o grupo foi convidado a tocar no programa Metrópolis, transmitido no dia 18.08.89. O programa contou também com a participação de Conrado Silva, diretor do FMN 89.

Track 5
BEAT
Única criação coletiva do grupo com improvisos “alla free jazz” sobre base polirítmica. Os intérpretes são: Décio Gioielli (percussão), Saulo Wanderley (guitarra), Sérgio Pinto (guitarra e violão preparado) e Wilson Sukorski (piano). Essa música seria apresentada, também no concerto realizado no Auditório do Masp, no dia 23.08.89, como parte da programação do FMN 89, gravada e transmitida pela Rádio Cultura FM.

 
 

FLUXUS EVENTO UNESP

Track 6
AN ARMORY SHOW

 

Em 1990, John Boudler, então diretor do Instituto de Artes da UNESP, organizou um evento sobre o movimento Fluxus. O roteiro era montado em torno da obra “Vexation”, de Erik Satie, com suas 18 horas de duração. Dessa forma, o evento começava às 18h da sexta-feira (13/06) e terminava ao meio-dia do sábado (14/06). Eram apresentadas obras históricas, como de Marcel Duchamp e obras marco do movimento : LaMonte Young, George Brecht e Harold Budd, entre outros. O grupo aparece aqui com novo nome – Stoppage – tirado da obra de Marcel Duchamp – Trois Stoppage Étalon – apresentando o espetáculo “An Armory Show”, inspirado no movimento artístico retratado no evento. Intérpretes : Sérgio Pinto (guitarra, sintetizador e Peixe); Teo Ponciano (percussão); Wilson Sukorski (eletrônica e sintetizadores) e uma estranha japonesa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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